Se você já percebeu que a pele não está tão firme quanto antes, saiba que isso é mais comum do que parece. A flacidez costuma aparecer com o passar dos anos e com ela vem aquela dúvida clássica: qual o melhor colágeno para flacidez?
Muita gente acredita que a solução está em suplementos, como colágeno em pó ou cápsulas. Mas será que é isso mesmo que funciona? A verdade é que os avanços da estética mostram um caminho bem diferente — e muito mais eficaz.
O colágeno é a proteína mais abundante do corpo humano e funciona como uma espécie de “estrutura” que sustenta diversos tecidos. Ele está presente na pele, ossos, cartilagens, tendões e ligamentos.
Na pele, especialmente, o colágeno é essencial para manter a firmeza, a elasticidade e aquele aspecto mais jovem. É ele que ajuda a evitar a flacidez e a perda de sustentação ao longo do tempo.
A partir dos 30 anos, o organismo começa a reduzir naturalmente a produção de colágeno. Esse processo é gradual, mas os sinais aparecem com o tempo.
A pele vai ficando mais fina, menos firme e com menor elasticidade. É justamente essa diminuição que contribui para o surgimento da flacidez, deixando o rosto e o corpo com um aspecto mais envelhecido.
Existem diferentes tipos de colágeno no organismo, mas nem todos têm o mesmo papel quando o assunto é estética.
Tipo 1: O mais abundante no corpo. Encontrado na pele, tendões e ossos. É o foco principal para firmeza e elasticidade cutânea.
Tipo 2: Encontrado nas cartilagens. Focado na saúde das articulações e regeneração de tecidos conectivos profundos.
Tipo 3: Presente em músculos, artérias e órgãos ocos. Geralmente atua junto com o Tipo I na estrutura da derme.
Ou seja, quando falamos em flacidez, o foco principal está no colágeno tipo 1.
Essa é uma das maiores dúvidas — e também onde existe mais confusão.
Hoje em dia, não se estimula tanto o consumo de colágeno em pó, sachê ou goma como principal estratégia para tratar flacidez.
Isso acontece porque, ao ser ingerido, o colágeno passa pelo processo digestivo e é quebrado em aminoácidos.
Na prática, o corpo não direciona esse colágeno diretamente para a pele. Ele pode ser utilizado em diversas funções do organismo, sem garantia de impacto significativo na firmeza cutânea.
Por isso, apesar de não ser totalmente descartado, ele está longe de ser a melhor solução quando o objetivo é combater a flacidez.
Antes de pensar em suplementação, o mais importante é garantir que o corpo tenha matéria-prima suficiente para produzir colágeno.
Isso acontece por meio de uma alimentação equilibrada, rica em proteínas. Carnes, ovos, leite e peixes são excelentes fontes e ajudam o organismo a manter a produção natural dessa proteína.
Aqui está o ponto-chave do artigo — e talvez o mais importante de todos:
👉 O melhor colágeno para flacidez é aquele que o seu próprio corpo produz.
Ou seja, a estratégia mais eficaz não é simplesmente ingerir colágeno, mas sim estimular o organismo a produzir novas fibras de forma natural. E é exatamente isso que os tratamentos modernos fazem.
Os bioestimuladores de colágeno são hoje a principal recomendação quando o assunto é flacidez. Eles são substâncias injetáveis que estimulam diretamente os fibroblastos, que são as células responsáveis pela produção de colágeno.
Um dos ativos mais utilizados é a hidroxiapatita de cálcio, que promove um estímulo progressivo, fazendo com que o próprio organismo produza novas fibras de colágeno ao longo do tempo.
Outro ativo bastante utilizado é o ácido L polilático, um polímero sintético, biocompatível e biodegradável que estimula gradualmente a produção de novas fibras, contribuindo para a melhora da firmeza, da espessura e da qualidade da pele de forma progressiva e natural.
Os resultados aparecem de forma gradual, com melhora na firmeza, elasticidade e textura da pele — tudo de maneira natural, sem mudanças artificiais.
Além dos bioestimuladores, existem alguns procedimentos que também podem contribuir para o estímulo de colágeno — mas é importante entender o real papel de cada um.
O ultrassom microfocado é uma tecnologia bastante utilizada para tratar a flacidez, pois atua em camadas mais profundas da pele, promovendo pontos de aquecimento controlado que estimulam a produção de colágeno. Esse processo ajuda a melhorar a firmeza e proporciona um efeito de sustentação gradual, sendo uma opção interessante para quem busca resultados sem procedimentos invasivos.
O microagulhamento também é uma ótima opção. Ele promove pequenas microperfurações na pele, o que ativa o processo de regeneração natural do organismo. Como resposta, o corpo aumenta a produção de colágeno, ajudando a melhorar a firmeza e a textura da pele ao longo do tempo.
Já a luz intensa pulsada (LIP) costuma ser citada como uma possível alternativa para estimular colágeno, mas na prática, esse não é o seu principal benefício. De acordo com a Dra Anna Carolina Vaz (CRM PI 2585), da Clínica Ornate, a LIP não apresenta resultados significativos quando o objetivo é estimular a produção de colágeno de forma efetiva.
A suplementação de colágeno pode ter seu espaço, mas em situações específicas. Ela costuma ser mais indicada para pessoas que apresentam deficiência nutricional ou uma ingestão inadequada de proteínas.
Mesmo assim, é importante entender que ela não substitui uma alimentação equilibrada nem os tratamentos estéticos. Seu papel é complementar, não principal.
Manter a produção de colágeno não depende de uma única ação, mas sim de um conjunto de hábitos. Alguns dos principais cuidados incluem:
Alimentação rica em proteínas
Uso diário de protetor solar
Evitar excesso de exposição ao sol
Investir em procedimentos que estimulam colágeno
Manter um estilo de vida saudável
Essas atitudes ajudam a preservar a qualidade da pele e retardar os sinais da flacidez.
A Clínica Ornate, localizada em Teresina – PI, oferece tratamentos modernos voltados para o estímulo de colágeno, como o bioestimulador de colágeno e o microagulhamento, indicados para melhorar a firmeza e a qualidade da pele.
Os procedimentos são realizados sob os cuidados da Dra Anna Carolina Vaz (CRM PI 2585), garantindo uma abordagem individualizada, segura e baseada nas melhores práticas da dermatologia estética.
Então, a resposta para qual o melhor colágeno para flacidez pode até surpreender: não é o colágeno em pó, nem em cápsulas, mas sim aquele que o seu corpo consegue produzir.
Hoje, os tratamentos mais eficazes são justamente os que estimulam essa produção natural, como os bioestimuladores de colágeno e outras tecnologias estéticas.
Agora me diz: você ainda estava apostando só no suplemento… ou já começou a enxergar a flacidez com outros olhos? 😄
*Não aceitamos planos de saúde